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  • Evoluir é preciso!

    • 24 de set. de 2009
    • Dia-a-dia Oniria, Projetos

    Construir a Identidade Visual de uma empresa é um processo contínuo e permanente. O mesmo público com o qual conversamos hoje, muda de comportamento e de valores conforme mudam as tendências do mercado. Para falar com ele, é preciso que a marca evolua e acompanhe a linguagem de seu público.

    Para isso, é indispensável que a marca transmita, através da tipografia, cores, traços e disposição dos elementos gráficos, exatamente o que a empresa faz. Para comunicar, a logo precisa ser funcional e ter a cara da empresa.

    E agora a Oniria apresenta a evolução de sua marca: sua logo está mais unificada, mais legível, moderna e dinâmica. Com a cara da Oniria de hoje!

    Gostou da logo nova? Deixe sua opinião!

  • Visite e Viva Tecnologia!

    • 21 de set. de 2009
    • Games e Tecnologia, Projetos

    Quem quiser ver e viver tecnologia, muito além do lugar comum, tem duas feiras para visitar neste próximo mês de Outubro. E a Oniria Produtora de Softwares estará presente em todas elas!

    Na Robotec Fair 2009, a Oniria assina a criação do mascote da feira, um robozinho 3D, batizado de Otto. Otto representa o fascínio e o interesse das pessoas pela robótica, não apenas no Brasil, mas no mundo todo. Reflexo disso, é o crescimento contínuo de empresas especializadas, escolas de construção robótica – onde você cria seu robô e feiras que atraem milhares de interessados neste mundo futurista. A Feira promete muitas novidades para aproximar tecnologia, robótica e público, e acontece do dia 21 ao dia 25 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Parque Barigui, em Curitiba (PR).

    A Oniria também estará presente na Fenatram (Feira Internacional da Indústria do Transporte), a maior feira de geração de negócios do setor, para os mercados nacionais e internacionais, realizada na América Latina. A Sascar, participante da Fenatram, convidou a equipe Oniria para realizar uma palestra na Roda de Negócios, sobre segurança no trânsito através do uso de simuladores que avaliam comportamentos de risco. A Fenatram será realizada no Centro de Exposições Anhembi, em São Paulo, de 26 a 30 de outubro.

  • Realidade Aumentada, uma ficção que saiu dos filmes para o mundo real

    • 17 de set. de 2009
    • Games e Tecnologia

    “A Matrix está em todo lugar. À nossa volta. Mesmo agora, nesta sala. Você pode vê-la quando olha pela janela ou quando liga a televisão. Você a sente quando vai para o trabalho, quando vai à igreja, quando paga seus impostos. É o mundo colocado diante de seus olhos, para que você não veja a realidade: que você é um escravo, nasceu numa prisão que não consegue sentir ou tocar. Uma prisão para a sua mente.”

    O texto acima é uma fala do filme Matrix (1999) um grande sucesso do gênero ficção científica, no filme a Matrix consiste em um sistema de inteligência artificial que manipula a mente das pessoas, criando a ilusão de um mundo real.

    Muitas pessoas pensam como alguns filmes futuristas que relatam o domínio das máquinas sobre a vida humana, apesar de a nossa tecnologia ter avançado em grandes escalas nos últimos anos isso está muito longe de acontecer; sim, as máquinas estão ganhando “personalidade”, mas isso somente quer dizer que elas estão cada vez mais cordiais e responsivas às ações humanas.

    A Realidade Aumentada (RA) é uma das tecnologias que já começou a revolucionar a maneira como o ser humano interage com as máquinas, de uma forma muito simples ela permite que o mundo virtual seja misturado ao real.

    Como surgiu a RA

    Resumidamente, a Realidade Aumentada teve origem em algo muito simples: etiquetas. Os códigos de barra já não faziam mais seu papel de carregar todas as informações necessárias, criaram então os códigos 2D (duas dimensões), que permitem o armazenamento de muito mais informações. Esses códigos bidimensionais são os responsáveis pela possibilidade de projetar objetos virtuais em uma filmagem no mundo real por exemplo, a Realidade Aumentada utiliza a combinação desse código de duas dimensões com um programa de computador.

    Veja um exemplo de RA no vídeo abaixo.

    O software de RA é programado com imagens, sinais ou ações pré-definidas e as respostas deverão ser dadas a elas. Quando o programa recebe essas informações, ele interpreta e exibe a resposta, que pode ser desde uma simples imagem geométrica até objetos mais complexos, como animais ou pessoas.

    A parte mais incrível da Realidade Aumentada é que ela não tem limite de aplicação, pode ser usada no entretenimento, criação de jogos, melhoria de processos na medicina, indústria automobilística, manuais de instrução interativos, além de várias outras alternativas que provavelmente ainda veremos serem criadas.

    A publicidade demonstra um interesse muito grande pela tecnologia RA. Veja essa propaganda dos salgadinhos Doritos:

    Você mesmo pode testar essa nova tecnologia, basta possuir uma webcam, ela irá gerar as imagens necessárias para que os programas de RA aumentem a sua realidade.

    Faça o teste:

    http://www.realidadevirtual.com.br/cmsimple-rv/?REALIDADE_AUMENTADA

    A Realidade aumentada ainda é novidade e está chegando ao mercado, você irá encontrar muitas idéias em desenvolvimento e com certeza muitas novidades aparecerão.

    Você possuiu uma idéia inovadora, quer conversar sobre realidade aumentada e realidade virtual? Acesse www.oniria.com.br e fale conosco! Temos a tecnologia e a experiência para tornar sua visão em fato concreto e fazer algo incrível.

  • As várias facetas do profissional de TI

    • 14 de set. de 2009
    • Games e Tecnologia

    No ano que vem, segundo a Associação das Empresas de Tecnologia de Informação, Softwares e Internet (Assespro), vão faltar 110 mil funcionários para trabalhar na área de computação. A escassez de mão de obra é uma das características deste setor que ainda não foi regulamentado e está em constante transformação. Atualmente, existem pelo menos três cursos superiores para formar bacharéis na área: Ciência da Computação; Sistemas de Informação e Engenharia de Computação. Também há as licenciaturas em informática.

    Existem ainda os cursos sequenciais (mais curtos), que formam tecnólogos para trabalhar, por exemplo com internet ou jogos de computador. “Nossa profissão ainda está sendo regulamentada pelo Congresso Nacional”, afirma o coordenador dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação da UniFil, Sérgio Tanaka.

    Os papéis que o profissional de computação pode exercer são ainda mais variados. Programador analistas de sistema, analista de rede, engenheiro de software, gerente de projetos, engenheiro de software, arquiteto de software e gestor de Tecnologia e Informação (TI) são alguns deles. Para Tanaka, é possível fazer uma comparação com a medicina. “No começo, o profissional é como um clínico geral. Depois vai se especializando em banco de dados, internet, segurança de rede e assim por diante.”

    O coordenador do curso de Ciência da Computação da UEL, Elieser Botelho Manhas Júnior, explica que o Ministério da Educação (MEC) separa os cursos em dois grupos. “Um grupo, formado por Ciência da Computação e Engenharia da Computação, tem a computação como atividade-fim”, explica. Segundo ele, “conceitualmente” esses cursos devem preparar “profissionais capacitados a contribuir para a evolução do conhecimento do ponto de vista científico e tecnológico”.

    Já os cursos de Sistemas de Informação e Licenciatura em Informática, segundo Manhas Júnior, têm a computação como atividade-meio. O primeiro é mais voltado às grandes organizações. “Por isso, o curso trata com maior enfoque os conhecimentos de administração, economia, mercado, ciências sociais e humanas e com menos ênfase às questões técnicas do desenvolvimento de software e hardware.”

    Questionando sobre a remuneração do profissional da área, o professor diz que é “muito variável”, dependendo da função que exerce e o porte da empresa. “Nos centros maiores, normalmente, a remuneração é melhor”, diz Manhas Júnior. O coordenador dos cursos da UniFil garante que não há desemprego para quem se interessa pela área. “Os nossos alunos estão todos empregados. Todo dia recebemos empresários pedindo indicações”, conta Sérgio Tanaka.

    Em Londrina, salários são considerados baixos

    O gaúcho Filipe Montanari Soccol tem 22 anos e mudou-se para Londrina há dois meses. Ele é o mais recente contratado da Oniria, empresa londrinense que produz games. Estudante de Sistemas de Informação, ele ainda está procurando uma instituição de ensino superior para transferir sua matrícula. Em sua cidade, Serafina Corrêa, ele era free lancer. Produzia games que vendia para grandes corporações no exterior. “Existem poucos profissionais nesta área. Ela é muito promissora”, revela. O jovem se considera um autodidata, mas conta que o curso superior é importante para aprofundar o conhecimento na área de programação, que considera “bem complexa”.

    Já Jéssica Perez tem 26 anos e se formou em 2002, quando o curso ainda se chamava Processamento de Dados. “Hoje atuo como programadora na Lida de Campo”, afirma, se referindo à empresa agropecuária, onde atualmente realiza uma alteração no banco de dados. Para ela, que é pós-graduada em engenharia de software, é preciso estar sempre em constante formação. “Vou começar agora um MBA em gerenciamento de projetos pela FGV. Preciso abrir mais meu campo de atuação”, conta. Jéssica também afirma que a profissão é muito promissora. Mas, para quem almeja os salários mais altos, é melhor mudar de cidade. “Aqui, os salários param num determinado patamar”, diz.

    Formado em Ciência da Computação em 1995, Ruy Nishimura, 36 anos, hoje é sócio da empresa Aldari, representante da IBM para venda de softwares. Ele confirma que há falta de profissionais no mercado, mas garante que, mesmo assim, é preciso estudar muito para se dar bem na área. Nishimura também concorda que a remuneração em Londrina não é das melhores. “Nas capitais e grandes cidades, é bem melhor.”

    Engenharia da computação

    Trata do desenvolvimento de sistemas de software e hardware, porém tem uma ênfase maior no hardware, dada à sua origem (Ciência da Computação + Engenharia Eletrônica). O desenvolvimento de sistemas embarcados é um exemplo de atividade especificado engenheiro da computação. O curso normalmente tem carga horária maior. A mínima é de 3.600 horas, como em todas as engenharias.

    Ciência da Computação

    Criar programas de informática é a principal atribuição do profissional formado neste curso. Para isso, ele analisa as necessidades dos usuários, gerencia equipes de criação e instala sistemas de computação. É esse cientista quem elabora softwares, desde programas básicos de controle de estoque até os mais complexos sistemas de processamento de informações. A carga horária é menor, cerca de 3.000 horas.

    Sistemas de Informação

    O curso de Sistemas de Informação é voltado à aplicação da informática nas organizações e trata com maior enfoque os conhecimentos de administração, economia, mercado, ciências sociais e humanas e menor ênfase às questões técnicas do desenvolvimento de software e hardware.

    Licenciatura em Informática

    Para quem deseja dar aulas.

    Veículo: Folha de Londrina

  • A implantação da Realidade Virtual e o uso do 3D no cotidiano

    • 01 de set. de 2009
    • Games e Tecnologia, Projetos

    O uso da realidade virtual nos mais variados campos da ciência tem aumentado espantosamente nos últimos 10 anos, ouvimos falar de RV na teoria e na prática, o cotidiano não é mais puramente “real”, pois a cada dia nossas vidas são modificadas, transformadas e redirecionadas a um novo futuro aonde a novidade tecnológica manipula nossa rotina, se funde a nossas vidas.

    Um bom exemplo disso é o cinema 3D, milhões de pessoas assistem a tais animações, é um sucesso entre todas as idades, filmes como Monstros Vs Aliens, A Era do Gelo 3 e Força G, mas essa tecnologia não está sendo utilizada somente na área de entretenimento.

    O CRV (Centro de Realidade Virtual) é uma inovação da Petrobras usado para auxiliar na busca de óleo e gás no subterrâneo, o processo de busca começa dentro das salas de realidade virtual colaborativas de visualização 3D, geólogos, geofísicos e engenheiros observam o modelo eletrônico de simulação para analisar dados adquiridos no processamento sísmico dos blocos exploratórios no mar e terra. Os modelos desenvolvidos no computador proporcionam a visão de várias camadas geológicas do campo, como se estivessem sendo vistos em cortes verticais.

    Uma outra sala de colaboração reúne lado a lado, nas telas, imagens do projeto do poço e, palmo a palmo, da perfuração. Os gráficos permitem a exata localização da broca, sua rotação, ângulo, direção percorrida, condições de temperatura, pressão e até mesmo o grau de resistência do terreno. As imagens também exibem dados de ocorrências na superfície, como vazamento de fluídos, pressão de circulação e peso da coluna metálica descida no poço.

    Algumas construtoras também adotaram o uso do 3D como auxílio nas vendas.

    A Tenda Construtora usou a Realidade Aumentada – tecnologia que permite mesclar informações do mundo virtual com o mundo real através de códigos – para explorar o 3D em seus anúncios de empreendimento publicados em revistas e jornais. “É uma forma lúdica de mostrar ao cliente o imóvel”, disse Dirce Amaral, diretora da Tenda. “O cliente pode chegar em casa e mostrar a maquete para a família”, a diretora também alega que a Construtora está estudando uma forma de o cliente usar a Realidade Aumentada para simular a decoração do imóvel.

    A Tecnisa Construtora também aproveitou da facilidade tecnológica para incrementar seu atendimento online, abrindo um canal de videoatendimento no seu site. O corretor pode conversar com o cliente e carregar imagens da planta através da Realidade Aumentada e mostrá-la em 3D na webcam. O gerente da empresa afirma que o uso de tal tecnologia proporciona uma grande vantagem sobre os concorrentes que ainda não possuem tal facilidade.

    Há também uso do 3D na medicina, a Universidade de Calgary no Cánada, desenvolveu o Caveman que facilita o estudo e um maior entendimento do corpo humano através dessa tecnologia.

    Veja o vídeo a baixo:

    E claro que não podia deixar de lado um dos segmentos que mais utiliza o 3D, as produtoras de jogos.

    Confira o Invasão ET, jogo produzido pela Oniria e desfrute um pouquinho mais dessas possibilidades que a tecnologia nos traz.

    http://www.oniria.com.br/invasao/

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